Texts
The Size of Infinity
Victor Gorgulho
In “O Tamanho do Infinito” (The Size of Infinity), a text by Victor Gorgulho on Suzana Queiroga’s solo exhibition, the artist’s work is read as a vast set of layers, where painting, sculpture, drawing and installation visually translate ideas from mathematics, cartography and physics, from a grain of sand to the universe.
O tamanho do infinito
Victor Gorgulho
Em “O Tamanho do Infinito”, texto de Victor Gorgulho sobre a exposição individual de Suzana Queiroga, a obra da artista é lida como uma imensidão de camadas, onde pintura, escultura, desenho e instalação traduzem visualmente ideias vindas da matemática, da cartografia e da física, do grão de areia ao universo.
Anamorfose e rizoma
João Silvério
Em “O Infinito na caixa”, Suzana Queiroga move-se entre a arte e a ciência para explorar a relação entre o infinitamente grande e o infinitamente pequeno, em pinturas e esculturas de formas orgânicas e modulares, ligadas à memória de infância da artista, que lembram tanto culturas de laboratório como mapas de cidades.
Construction of Light
Fernando Cocchiarale
Suzana Queiroga's work is based on exploring the relationships between space, architecture, and light through painting. She uses different materials, such as fabric and inflatable plastic, to create immersive installations that allow the viewer to have a unique sensory experience. In addition, Suzana is always looking for new ways to explore the relationship between painting and light, creating works that change according to their environment.
A Construção da Luz
Fernando Cocchiarale
O trabalho de Suzana Queiroga é baseado em explorar as relações entre o espaço, a arquitetura e a luz através da pintura. Ela utiliza diferentes materiais, como tecido e plástico inflável, para criar instalações imersivas que permitem ao espectador ter uma experiência sensorial única. Além disso, Suzana está sempre em busca de novas maneiras de explorar a relação entre a pintura e a luz, criando obras que mudam de acordo com o ambiente em que estão.
Blue: a Terra é azul
Marcus de Lontra Costa
A superfície plana, o terreno da bidimensionalidade, cede aos encantos
do tempo, do ar que filtra e transforma a realidade. As intensas superfícies cromáticas dos
objetos infláveis da artista se fazem presente na sua pintura inteligente e sensível, que valoriza
a instabilidade como estratégia de ação da artista e estabelece uma equação sensível entre o
tempo e o espaço, entre a forma e a cor, entre o mistério e o real.
Velofluxos do espaço-tempo
Fernando Cocchiarale
O trabalho de Suzana Queiroga floresceu na década de 1980, quando ela se tornou conhecida como pintora. Sua produção se inscreve na tradição moderna, mas dialoga sem dificuldade com o presente e sua confusão de sistemas. Suzana pode atuar em várias formas de arte, mas sua marca como pintora é indelével. Seu trabalho explora o espaço e o público, e seu processo criativo é marcado por reflexão e experiência. Seus trabalhos mais recentes, os Velofluxos, exploram a relação entre luz, cor e espaço, criando uma nova dimensão visual.
Art in different voltages
Paulo Sérgio Duarte
Suzana Queiroga is an artist who dedicates herself mainly to painting and drawing, but also experiments with installations, sculptures and performances. Her work is marked by a constant reflection on her practice and her daily experiences, which are metabolized in a sophisticated manner and inserted into the modern tradition of art. Suzana Queiroga's work transits easily into the current universe, dialoguing with the present and its confusion of systems, while maintaining various achievements from the history of art. Her work is characterized by a spatial structure built from cut-outs and by the valorization of color as a phenomenon independent of form. Color is treated as a constructive necessity and becomes an essential element in the argumentation of the work.
Arte em diferentes voltagens
Paulo Sérgio Duarte
Suzana Queiroga é uma artista que se dedica principalmente à pintura e ao desenho, mas também experimenta com instalações, esculturas e performances. Seu trabalho é marcado por uma reflexão constante sobre sua prática e suas experiências cotidianas, que são metabolizadas de maneira sofisticada e inseridas na tradição moderna da arte. A obra de Suzana Queiroga transita facilmente no universo atual, dialogando com o presente e sua confusão de sistemas, enquanto mantém várias conquistas da história da arte. Seu trabalho é caracterizado por uma estrutura espacial construída a partir de recortes e pela valorização da cor como um fenômeno independente da forma. A cor é tratada como uma necessidade construtiva e se torna um elemento essencial na argumentação da obra.
Ver fora de mim
Entrevista de Suzana Queiroga a Glória Ferreira
A artista Suzana Queiroga e Glória Ferreira discutem o progresso do trabalho de Suzana após a exposição In Between, incluindo a exploração de novos meios e a relação com o espaço. Suzana também compartilha sua preocupação com a participação do público e Glória enfatiza a importância da arquitetura e do espaço urbano no trabalho de Suzana. A entrevista também abrange o processo criativo de Suzana e sua reflexão sobre o papel do espaço e do público em sua arte.







